As gressões ao meio ambiente vem acontecendo de maneiras diversas.
Uma delas tem sido o abandono de corpos de animais em terrenos baldios, leitos de rio e lixões. Os lixões, inclusive, têm sido a opção das autoridades municipais para o depósito dos corpos de animais recolhidos nas vias públicas e em clínicas veterinárias. Estas carcaças, naturalmente, acabam se misturando ao lixo comum.
Estas atitudes impensadas podem gerar danos sérios ao meio ambiente, com a contaminação do solo e da água, e ao ser humano, através do surgimento. e propagação de doenças como a leptospirose, verminoses e outras infecções transmitidas pelo animal ao homem e a outros animais.
Faz-se necessária uma ação urgente e, eficiente para evitar, prejuízos ambientais ainda maiores.
Tecnologia limpa.
O meio ambiente agradece. O processo de cremação é, sem dúvida, o mais eficiente, pois, através das altas temperaturas utilizadas no processo, tem-se uma esterilização completa do material contaminante. Além de outras vantagens como:
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Redução de poluentes a níveis aprovados pelos órgãos ambientais (IBAMA é FEEMA);
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Enquadramento em padrões internacionais de qualidade de ar;
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Redução do material contaminante (carcaças) a menos de 5% do volume inicial;
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Resíduos não tóxicos e inodoros, que podem ser manuseados como lixo comum. (sem risco para os operadores).
O forno crematório cumpre seu papel de viabilizar condições mais saudáveis à população, pois transforma carcaças contaminantes em cinzas estéreis, com a grande vantagem de não poluir o meio ambiente.
Os animais domésticos não só ajudam a descontrair as pessoas, ou fazê-las se sentirem acompanhados, como também contribuem com a boa saúde de todos. Um estudo feito nos Estados Unidos, ainda em fins do década de 1970, pesquisou os fatores sociais e psicológicos que mais influenciavam as pessoas que haviam sido hospitalizadas com doenças cardíacas. De todas as variáveis estudadas: sexo, raça, idade, estado civil, situação econômica e isolamento social, ter um animal de estimação foi a de maior influência no prolongamento da vida dos doentes. Das pessoas que não possuíam animais, 28% morreram ao fim de um ano, contra apenas 6% das que tinham seu cãozinho, gato ou outro animalzinho em casa.
Quem trabalha com pessoas sabe que os animais de estimação podem desempenhar um papel fundamental como companhia para quem se sente solitário, transmitindo autoconfiança aos indivíduos inseguros e servindo também como terapia ocupacional para quem não tem uma atividade produtiva cotidiana. Na Inglaterra do século XVII, um hospício excepcionalmente avançado para a época, entregava nos cuidados dos pacientes, pequenos animais, como coelhos e galinhas, para que auxiliassem no cura dessas pessoas. Ter seres dependentes de seus cuidados oferecia aos doentes um sentimento de autovalorização, de responsabilidade e de necessidade de continuação de suas vidas.
Nos últimos anos, alguns médicos, em várias partes do mundo, começaram a usar animais como terapia para deficientes físicos e mentais, em especial as crianças, os doentes psiquiátricos e os idosos. As crianças deficientes mentais também ganham com a comunicação e o contato físico com um animal em termos de sociabilidade e responsabilidade. Afinal, ter outro ser para se amar e cuidar torna-se uma razão de viver, mesmo para quem se sente doente, desesperado ou solitário.
Pessoas que adotam um modo de vida vegetariano podem querer o mesmo para o seu pet.
Tirar a carne da dieta de um cão, no entanto, não é adequado, de acordo com Dan Carey, porta- voz da Academia Americana de Nutrição Veterinária. "Eles têm estômagos simples e intestino curto, como carnívoros, ideais para a digestão de carne e gordura animal", disse o médico à revista Dog Fancy.
Ativistas dos direitos dos animais acham injusta a matança de outros bichos para alimentar a indústria de rações, mas são voto vencido por especialistas.
Os cães precisam de uma dieta com proteína, aminoácidos e outros nutrientes que compõem os tecidos e só são encontrados na carne de outros animais.