CURIOSIDADES

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Gratidão Canina

templatemo.comO termo irracional é mal aplicado na acepção de animal desprovido de razão bruta, por que os animais raciocinam, sim. Não possuem, apenas, instinto, mas, também, inteligência, senso de razão e, até, faculdades psíquicas, o que significa que eles têm alma, conquanto, ainda, em estado rudimentar. São os nossos “irmãos menores” como, amoravelmente os chamava Francisco de Assis.

Os animais pensam. Amam e odeiam. Têm sonhos e visões - atestam Darwin, Houzeau e Cuvier. A parapsicologia já se interessa pela pesquisa das faculdades extrasensoriais no reino da bicharia. Segundo pontifica J. B. Rhine, " impõe-se programa de pesquisa para psi anilmal (anpsi) que vá a procura de provas mais variadas e mais bem controladas, sob condições em que se tornem possíveis controles ainda mais aperfeiçoados" . E o homem, que se intitula o "rei da criação", como trata os animais? Sacrificando-os, para os prazeres gastronômicos; torturando-os, nas touradas, rinhas galo, competições turfÍsticas e tiro-aos-pombos; utilizando-os como meio de transporte; industrializando-lhes o couro, na confecção de calçados, maIas, móveis, etc. E dizer que há, por aí, tantas sociedades protetoras de animais! Prestam os animais pesado tributo à ciência, que, que implacavelmente, os submete á vivissecção.

Por quanto tempo, ainda, serão trucidados, assim? Não o sabemos. Quando, afinal, chegaremos a reconhecer os valiosos serviços que nos prestam e as demonstrações de afeto e gratidão, que, não raro, estão a nos dar? Da revista "Estudos Psíquicos", de Lisboa, recolhemos a notícia de que, em Londres, um sinaleiro encontrou um cachorrinho de dois meses, encostado a uma parede, esfomeado e trôpego. Acolheu-o em casa, alimentou-o, e o animalzinho passou a fazer companhia ao sinaleiro, durante o trabalho. De tanto observar as atividades do dono, o cão tornou-se também sinaleiro: ladrava, sempre, aos pés dos transeuntes, quanto não deviam atravessar a via pública. Substituir o dono era a forma do cão recompensá-lo pelos cuidados.

Outro cão, de nome Skiphy, verdadeiro vira-lata, pertencente a George Allan, de Montreal, foi por este atirado ao rio com uma pedra ao pescoço. Um ignóbil "canicídio". Na ocasião, uma criança caiu na água, mas Allan, de onde estava, não pode socorrê-la. Foi salva, entretanto, pelo desprezado Skiphy, que, prontamente, sob extenuantes esforços, a levou para a terra. Era o próprio filho de George Allan!

Aí, vemos a comovedora prova de abnegação e o perdão de um irracional para a indignidade de um homem " civilizado."


Remédio dos donos podem fazer mal para os animais

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Animais vivem sendo confundidos com crianças. Mas é preciso tomar cuidado para não achar que os bichos podem digerir tudo o que a gente pode.

Os remédios, por exemplo, são fatais em alguns casos. Os cães são muito agitados e tem a mania de comer tudo o que veem pela frente. O problema é justamente esse. Se eles comerem um remédio do tipo tranquilizante, numa superdosagem, podem até morrer .

Os gatos são mais cautelosos com o que comem, mas se seus donos acharem que a solução para uma possível gripe é uma medicação com paracetamol, por exemplo, a ingestão pode ser fatal. O organismo felino é muito diferente do humano.

Os donos não podem medicar seus animais por conta própria. Em vez de fazer isso, devem procurar um veterinário que os ajude. O paracetamol mata os gatos.


Nada de fazer xixi pela casa

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Paciência vale mais do que agressividade para ensinar o cãozinho a usar o ‘banheiro’.

Haja paciência para ensinar o filhote de cachorro a fazer xixi e cocô no lugar certo. Virtude que, o dono não pode perder.

A melhor maneira de educar o cão não é só reprimir seus erros, mas estimular os acertos. Esfregar o focinho no xixi pode até ter efeito contrário, fazendo com que o cão se torne "pirracento".

Criadores ensinam uma maneira de condicionar o cãozinho a usar seu "banheiro": limitar um espaço (uma área de serviço, por exemplo) e forrá-lo todo com jornal nos primeiros dias.

Aos poucos, vá diminuindo o espaço coberto, até que sobre só um canto forrado. A tendência é o cão acompanhar o jornal. Se o animal fizer xixi fora do lugar, o dono deve molhar um jornal com a própria urina do animal e colocá-lo onde quiser que seja o "banheiro". O bichinho vai se guiar pelo cheiro.

É importante limpar bem o local em que ele urinou errado, com produtos próprios para eliminação de odores ou com uma mistura de água com vinagre.

Além de elogios, às vezes vale premiar o cão que acerta o alvo com biscoitos caninos ou brinquedos.



Que soninho gostoso!

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Por mais que brinquem o dia inteiro, há cães que não conseguem dormir bem à noite. E ainda provocam uma insônia coletiva em toda a família.

O problema é mais freqüente quando o animal é ainda filhote e acaba de chegar ao novo lar. Além de estranhar o ambiente, ele sente falta da mãe e dos irmãos - explica a treinadora Cláudia Pizzolatto, acrescentando que se sentir acompanhado é o maior dos alívios para os bichinhos.

Segundo ela, o dono deve, ao menos na primeira semana, deixar o cão dormir ao lado de sua cama e colocar a mão sobre seu corpo, até ele dormir:

Muitas pessoas relutam um pouco em fazer isso, mas elas devem pensar que o cão é só um bebezinho, que precisa de atenção especial. Normalmente, em três ou quatro noites dormindo com o dono ele se acalma.

Se o animal for adulto, porém, a estratégia deve ser outra: tentar isolar o motivo que o faz latir. Segundo Cláudia, há elementos que parecem banais para os seres humanos, mas que assustam os cães:

Pode ser um lugar que faz sombra, uma bóia no meio da piscina ...


Calmantes

>> A dificuldade para dormir pode ser causada também por vermes ou dor de ouvido. Não deixe de levar o cão ao veterinário. Há produtos homeopáticos que ajudam a acalmar o animal.

>> Se o dono optar por não deixar o cão dormir com ele, não deve atendê-lo quando chorar, senão o bichinho acostuma e passa a fazer manha sempre, para atrair companhia.

>> Há no mercado um aparelho que emite um som perceptível apenas para os cães. Seu barulho incomoda o animal a ponto de fazê-lo parar de latir.

 


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